segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto. (Jo 12.24.)

14 de Novembro
Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se
morrer, dá muito fruto. (Jo 12.24.)
Vá ao antigo Campo Santo de Northampton, Massachussets, e
visite o túmulo de David Brainerd; a seu lado está o de Jerusha Edwards,
que ele amou mas não chegou a desposar.
Quantas esperanças e expectações pela causa de Cristo desceram
para o túmulo com a forma desgastada do jovem missionário. E nada
ficava, senão a lembrança querida e um punhado de índios convertidos!
Mas o valoroso santo puritano, Jonathan Edwards, pai de Jerusha, que
havia esperado ter o jovem como filho, juntou num pequeno livro as
memórias de Brainerd. E o livro criou asas e voou além dos mares, e
iluminou a mesa de estudos de um estudante de Cambridge: Henry
Martin.
Pobre Martin! Por que haveria ele de jogar a vida assim, com todo
o seu estudo, talento e oportunidades? O que havia ele realizado, quando
regressava das costas de coral da Índia? Quando, com a saúde
arruinada, só conseguiu arrastar-se até o sombrio caravançará nas
proximidades do mar Negro, em Tocat — onde rastejava sob os arreios
empilhados, para de encontro à terra refrescar-se da febre escaldante —
e ali morrer só?
Para que esse desperdício?... Da sepultura de Brainerd que
morreu tão jovem e do túmulo isolado de Martin, brotou o nobre exército
dos missionários de hoje. — Lord Wooley Bacon

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